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NOTÍCIAS SOBRE SAÚDE |
| 06/02/2012 Exames de sangue poderão ser feitos em aparelho portátil |
Contagem de células sanguíneas
Está cada vez mais próximo o dia em que os pacientes terão seus diagnósticos na hora, sem a cansativa via-sacra consulta-faz exames-leva resultado de exames...
Um pequeno biochip, que pode ser colocado no interior de um equipamento portátil do tamanho de um telefone celular, agora já é capaz de fazer contagem de células sanguíneas com precisão.
A contagem de células sanguíneas é um dos exames mais solicitados dos pacientes, sendo uma ferramenta para o diagnóstico de inúmeras doenças.
Exame portátil
A tecnologia atual para a contagem de células sanguíneas exige equipamentos grandes e caros, instalados em ambientes especiais em laboratórios especializados.
Além de requerer pessoal especializado, os exames demoram dias para ficarem prontos.
Na nova tecnologia, uma única gota de sangue é enviada através de microcanais no interior de uma pastilha de vidro.
Os microcanais, mais finos do que um fio de cabelo humano, possuem eletrodos, que fazem a contagem dos diversos tipos de células sanguíneas, incluindo os mais comuns glóbulos vermelhos e glóbulos brancos.
Os sinais dos eletrodos são interpretados por um circuito eletrônico, e mostrados em um visor ou transmitidos para um computador.
Picada no dedo
Um relatório publicado pela Associação Americana de Química afirma que este é "um avanço chave nos esforços para desenvolver um equipamento portátil que poderá revolucionar o diagnóstico médico".
O novo instrumento não será muito diferente dos testes disponíveis para pessoas com diabetes, que devem monitorar o nível de glicose no sangue - com a diferença que o aparelho poderá indicar muitas outras condições.
Níveis muito altos ou muito baixos de certos componentes do sangue podem indicar uma grande variedade de condições, de infecções e anemia até certas formas de câncer.
Segundo o relatório, os testes nas amostras de sangue de pacientes feitas com o novo biochip produziram resultados comparáveis àqueles obtidos pelos exames feitos em um laboratório de hematologia.
Fonte:>>http://www.diariodasaude.com.br/ Redação do Diário da Saúde
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03/02/2012 Cientistas decodificam sinais do cérebro e revelam o que a pessoa ouve
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Ouvir o que está sendo ouvido
Em um futuro não tão distante, os médicos poderão ser capazes de ouvir a fala de um paciente temporariamente incapacitado de falar.
Neurocientistas da Universidade de Berkeley (EUA) desenvolveram uma técnica para decodificar as ondas neurais dos pacientes, mostrando as palavras que seu cérebro estava processando.
Mas não se trata de "ler pensamentos": a técnica decodifica as palavras que o paciente está ouvindo, e não aquelas nas quais ele possa estar pensando.
As palavras são decodificadas e verbalizadas por um programa de computador.
Imagens e sons no cérebro
Em 2008, a equipe ganhou as manchetes no mundo todo ao anunciar a possibilidade de construção de um equipamento capaz de escanear o cérebro para reproduzir imagens do que o dono do órgão está vendo, imaginando ou até mesmo sonhando.
Máquina capaz de ler a mente mostrará o que você está vendo, imaginando e até sonhando
Agora eles demonstraram que isso é possível não apenas com imagens, mas também com sons.
Brian Pasley e seus colegas decodificaram os sinais elétricos do lobo temporal do cérebro - a área responsável pelo processamento do sistema auditivo - conforme a pessoa ouve uma conversação normal.
Com base na correlação entre o som e a atividade cerebral, eles criaram um programa de computador que identifica as palavras que a pessoa ouviu partindo unicamente dos sinais lidos do cérebro.
Cautela
Mas ainda falta um pouco para que os médicos possam ouvir os pacientes paralisados.
Ocorre que a pesquisa demonstrou a verbalização por computador das palavras que o paciente ouve, mas não daquelas nas quais ela pensa antes de falar.
"Esta pesquisa é baseada nos sons que a pessoa ouve. Mas para usá-la para reconstruir conversações pensadas, esses princípios teriam que se aplicar às verbalizações internas da pessoa," previne Pasley.
Há alguns indícios de que ouvir o som e imaginar o som ativam as mesmas áreas do cérebro, mas isto ainda não foi coberto pela pesquisa que acaba de ser publicada na revista científica PLoS Biology.
Fonte:>>http://www.diariodasaude.com.br Redação do Diário da Saúde
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30/01/2012 Conheça os benefícios do café para a saúde
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Para muita gente um café quente na parte da manhã é um dos prazeres do dia. Milhões de pessoas tomam café pelas mesmas razões, mas nem imaginam que a bebida também ajuda a aliviar as dores musculares, além de melhorar a memória e ajudar a prevenir o câncer de pele e de fígado.
Além de ter um gosto agradável, ele também dá um ânimo extra para o resto do dia e ajuda a manter a energia e tirar o sono para horas de trabalho, por exemplo. Veja por que o café é considerado uma injeção de ânimo, segundo o FitSugar.
- Ele é quente. Beber líquidos quentes, como café ou chá, especialmente na parte da manhã, é muitas vezes sugerido para aliviar a constipação.
- É um líquido. Embora o café seja apontado como líquido de desidratação, receber uma quantidade suficiente dele conta para o seu consumo de líquidos diários.
- A cafeína estimula os músculos responsáveis pela digestão. Os músculos ficam contraídos e fazem com que você queira ir ao banheiro. Ao mesmo tempo, o café é um diurético, ou seja, retira líquido das fezes, tornando-os mais difícil.
Fonte:>>http://saude.terra.com.br Terra |
27/01/2012 Exercite o cérebro para livrar-se do Alzheimer
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Rastro biológico
Hábitos que estimulam o cérebro, cultivados ao longo da vida, estão associados com um nível mais baixo de uma proteína-chave no Mal de Alzheimer.
As tomografias (PET-Scan) do cérebro de pessoas sem sintomas de Alzheimer, que tinham hábitos cognitivamente estimulantes, mostraram menores depósitos de beta-amiloide, uma proteína associada com a doença neurodegenerativa.
Embora pesquisas anteriores já houvessem demonstrado que atividades como ler, escrever ou participar de jogos ajudam a retardar o aparecimento do Alzheimer, este estudo mostrou o rastro biológico dessas modificações.
Terapias cognitivas
Os pesquisadores afirmam que os resultados podem ajudar a estruturar novas estratégias de prevenção da doença, que apresenta uma prevalência crescente no mundo ocidental.
"Estas descobertas apontam para uma nova forma de pensar sobre como o engajamento em atividades cognitivas ao longo da vida afeta o cérebro," afirmou William Jagust, da Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA).
"Mais do que simplesmente oferecer resistência ao Alzheimer, as atividades estimuladoras do cérebro podem afetar um processo patogênico primário da doença.
"Isto sugere que terapias cognitivas podem ter benefícios significantes, alterando o curso da doença, se aplicadas cedo o bastante, antes que os sintomas apareçam," propõe Jagust.
Associação independente
Os pesquisadores identificaram uma associação significativa entre elevados níveis de atividade cognitiva e baixos níveis de beta-amiloide.
Entre essas atividades cognitivas estão incluídas ler livros e jornais e escrever cartas ou e-mails, além de jogos e passatempos, como quebra-cabeças.
Eles analisaram o impacto de outros fatores, como memória, atividades físicas, nível educacional e gênero, e constataram que as atividades cognitivas têm uma associação independente com a deposição da proteína beta-amiloide.
Fonte:>>http://www.diariodasaude.com.br/Redação do Diário da Saúde
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