| ÚLTIMAS
NOTÍCIAS SOBRE SAÚDE |
| 01/09/2010 Possível epidemia de dengue preocupa Saúde |
Mesmo
tendo ganhado pelo segundo ano consecutivo o prêmio de
monitoramento da dengue, Secretária afirma que
população não pode relaxar
Da redação
Na
manhã de ontem (31), foi realizada uma coletiva de imprensa, no
Gabinete da Prefeitura, para apresentar à
população o prêmio MI Dengue (Monitoramento
Inteligente da Dengue) desenvolvido pela ECOVEC, título que o
PED (Programa da Excelência da Dengue), realizado no
município, já recebe pela segunda vez consecutiva.
Entretanto
a Secretária de Saúde, Elenir Neves, afirma que a dengue
não deixa de ser preocupante, já que Três Lagoas
é considerada área endêmica, que possui os tipos I,
II e III do vírus, e que em todo o Estado já é
encontrado o tipo IV. “Nós já temos certa imunidade
quanto aos vírus I, II e III, entretanto ainda não
conhecemos o vírus IV, e as crianças que nasceram
após 2006 não tiveram contato com nenhum dos virus, e
logo não possuem imunidade”, afirma a secretária.
Ainda
segundo Elenir, no município há 302 armadilhas
(Mosquitrap) que avaliam a quantidade de infestação do
vetor em Três Lagoas. Atualmente o índice é de
0,6%, já que não se tem encontrado mais de duas
fêmeas em cada região. “Nosso monitoramento é
realizado em tempo real, temos acesso à quantidade de vetores
durante todo o dia. Cada agente possui um celular, por onde realiza o
monitoramento, nossa organização é por cores:
verde (uma fêmea), amarelo (duas fêmeas) e vermelho
(três ou mais fêmeas). No caso de vermelho é alerta
total, e já desenvolvemos um trabalho na região”,
disse. No período em que foi realizada a coletiva havia apenas
um ponto vermelho no mapa.
A
secretária afirma que até julho deste ano foram
registrados cerca de 1500 casos da doença no município;
há seis semanas, porém, não há nenhum
registro de dengue.
Fonte: Escrito por Hoje MS
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| 27/08/2010 Umidade do
ar chega aos 14% e SP entra em estado de alerta |
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A Defesa Civil da cidade de São Paulo
decretou estado de alerta às 12h desta sexta-feira (27)
devido à baixa umidade do ar. Segundo o Centro de
Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura, nesse
horário a umidade era de apenas 14%. A tendência
é de que esse índice caia ainda mais durante a
tarde.
Esta sexta é o quinto dia consecutivo que a
cidade entra em alerta por causa da baixa umidade. O dia mais seco foi
esta quarta-feira (25), com 13%. O recorde de temperatura do inverno
também foi registrado: 31,7ºC.
Desde quinta-feira (19), a cidade entra em estado de
atenção por causa do tempo seco – em
quatro desses dias, a Defesa Civil decretou estado de alerta. Na
quinta, o índice chegou aos 25%. No sábado (21) e
no domingo (22), o índice caiu a 20%. Na segunda-feira (23)
e na terça-feira (24), a umidade foi de apenas 16%.
A previsão é que os
próximos dias continuem com tempo semelhante - seco e
temperaturas altas para o inverno. Só depois do
próximo domingo (29) a situação pode
se alterar.
A Organização Mundial da
Saúde (OMS) considera ideal a umidade acima de 60%.
É considerado estado de atenção quando
a umidade cai abaixo dos 30%. Abaixo dos 20% até 12%,
é decretado o estado de alerta. Só depois do
próximo domingo (29) a situação pode
se alterar.
Fonte: Do G1 SP
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| 17/08/2010 Casos de meningite C
preocupam autoridades de saúde |
Os casos de meningite
C voltam a preocupar as autoridades de saúde em todo o
país. De acordo com o Ministério da
Saúde, o Sudeste é a região que mais
preocupa.
São Paulo é o Estado que tem maior
incidência da doença na região. O
nordeste aparece em segundo lugar. Na Bahia, a
situação é a mais grave, houve um
aumento de 30% dos casos, em relação ao primeiro
semestre do ano passado.
Até junho, a Secretaria de Saúde registrou no
Estado 137 casos de meningite meningocócica tipo C, 88 em
Salvador, onde 38 pessoas morreram. A maioria crianças
menores de cinco anos.
A falta de vacina, principalmente nas regiões mais pobres da
Bahia, prejudica a prevenção. Os diretores dos
postos de saúde justificaram a falta de vacinas com a
campanha do final de semana. Segundo informaram, cerca de 66 mil
pessoas entre 20 e 24 anos, foram vacinadas.
Enquanto as vacinas não chegam nas unidades
públicas
alguns pais estão pagando caro para não deixar as
crianças em perigo.
Fonte: Do Jornal da
Band
brasil@band.com.br
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| 09/08/2010 Ter um animal de
estimação é bom para a
saúde? |
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Segundo
investigadores, há crescentes evidências de que
cães, gatos e outros animais domésticos como
cavalos, podem promover benefícios à
saúde física e psicológica de seus
proprietários.
Desde
ajudar os deficientes até ter um efeito calmante sobre seus
donos, os cães tem um longo histórico de serem
úteis e agradáveis aos seres humanos.
Pessoas
que têm animais de estimação
têm um menor risco de desenvolver problemas
cardíacos do que aqueles que não têm.
Uma pesquisa na Austrália descobriu que os donos de animais
têm a pressão arterial e os níveis de
colesterol mais baixos – independentemente de tabagismo,
dieta, índice de massa corporal ou nível de renda.
Outros
estudos também têm mostrado que os cães
podem farejar doenças, incluindo certos tipos de
câncer e problemas de saúde associados com a
diabetes. Em 2008, pesquisadores descobriram que 65% dos
diabéticos disseram que seus cães tinham uma
reação comportamental, tais como latir e
choramingar, quando experimentaram quedas perigosas de
açúcar no sangue.
Similar
a outros “cães de
assistência”, como cães-guia, os
cachorros que exibem uma forte reação a
episódios de hipoglicemia (baixo
açúcar no sangue) são treinados como
“cães alerta” que ajudam os seus
proprietários a se manterem saudáveis e seguros,
sinalizando-os quando for necessário procurar
assistência médica.
Médicos
franceses descobriram que uma raça particular de
cão, pastores belgas, pode ser treinada para detectar
câncer de próstata. Eles são capazes de
distinguir entre o cheiro da urina de homens com câncer do
cheiro dos sem. No final do estudo, os cães identificaram
corretamente 63 das 66 amostras.
Apenas
acariciar um animal já pode ajudar pessoas lutando contra
uma doença ou sofrendo de depressão. Um estudo de
2008 revelou que idosos e pessoas que tinham se submetido recentemente
a uma cirurgia responderam melhor ao tratamento e tiveram taxas de
recuperação mais rápidas quando
tiveram contato com cães e outros animais.
Outra
pesquisa mostrou que adultos solteiros e mulheres eram menos propensos
a sofrer de depressão quando possuíam um
cão. O estudo também descobriu que os
cães não contribuíam de forma alguma
para a depressão de seus donos, o que significa que
não há lado emocional negativo em possuir um
cachorrinho.
Benefícios como
diminuição da pressão arterial,
diminuição da freqüência
cardíaca e diminuição do sentimento de
abandono e desesperança têm sido documentados
cientificamente. Inclusive, a terapia com animais tem sido bem sucedida
em relação a outras. Por exemplo, há
anos os médicos tentavam fazer com que uma mulher idosa
voltasse a falar. Após a interação com
um cão de visitação de um grupo de
terapia com animais, ela virou-se para seu cuidador e disse:
“Cão muito bonito”.
Fonte: [LifeLittleMysteries]
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| 04/08/2010
Campanha valoriza aleitamento materno |
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Profissionais de
saúde querem aproveitar a Semana Mundial do Aleitamento
Materno, para destacar a importância dessa prática
para o desenvolvimento saudável das crianças e a
relevância de doações que permitam o
abastecimento de banco de leites nas maternidades do Paraná.
Amanhã,
em Curitiba, haverá uma ação para
estimular a doação de leite materno no
Espaço Saúde da Unidade de Saúde (US)
Bairro Novo. Durante a ação, promovida em
parceria entre a US, o Hospital Evangélico e a Maternidade
do Bairro Novo, equipes de 11 unidades da região
distribuirão materiais orientativos.
A
previsão é de que as atividades, que se
estenderão durante todo o dia, tenham início
às 9h. A ação faz parte das
políticas de incentivo ao aleitamento materno, vinculadas ao
Programa Mãe Curitibana e ao Programa Nana Nenê,
implementando nas creches da capital.
De acordo com a enfermeira da Secretaria Municipal de Saúde,
Leda Maria Albuquerque, para este ano, a Semana visa dar visibilidade
aos “dez passos fundamentais para um bom
começo”, com ênfase nos chamados
hospitais amigos da criança. “Esses hospitais
fazem parte de um hall de políticas internacionais para
aleitamento materno”, explica.
A técnica de aleitamento materno da Secretaria de Estado da
Saúde (Sesa), Palmira Soares do Rosário, revela
que o Paraná já conta com 19 hospitais amigos da
criança, seis deles em Curitiba.
“Além
dos oito bancos de leite que já existem, o Paraná
deverá contar com mais dois bancos, que estão em
fase de implementação”, conta. Segundo
Palmiera, quanto mais hospitais amigos da criança, maior
será a incidência de crianças que
estarão sendo devidamente nutridas. “É
importante ressaltar que o leite materno protege a criança
de várias doenças”, diz.
Fonte:
parana-online.com.br
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| 02/08/2010 Transplantes
aumentam 16% no Brasil |
RS
tende a registrar desempenho inferior à média do
país, que bateu recorde no semestre
Puxado por outros Estados, um recorde em transplantes é
registrado no Brasil. No primeiro semestre, foram 2.367 procedimentos
no país – 16,4% a mais do que no mesmo
período de
2009. O Rio Grande do Sul ainda não fechou seu
balanço,
mas a tendência é de que os números
gaúchos
não repitam o mesmo desempenho nacional.
Segundo o Ministério da Saúde, a
realização
de transplantes no país no primeiro semestre seguiu
desempenho
de anos anteriores e permaneceu concentrada em São Paulo,
onde
52% de todas as ocorrências foram realizadas.
– Os números mostram o resultado da
capacitação do pessoal envolvido, como as equipes
hospitalares, em especial das Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) e
das centrais de transplantes – disse o secretário
nacional
de Atenção à Saúde, Alberto
Beltrame.
Uma das ações citadas por ele treinou equipes
para a
manutenção de pacientes em casos de morte
encefálica. Outra foi a criação de
organizações de procura de
órgãos,
entidades que fazem a intermediação entre
centrais,
hospitais e famílias.
Para Beltrame, medidas como essas aumentaram o número de
doadores, que avançou 17% e chegou a 963 no semestre. Com
essa
evolução, o Brasil atingiu a média de
10,06
doadores por milhão de habitantes. O número ainda
é muito inferior ao observado em países como a
Espanha,
que tem 35 doadores por milhão de pessoas.
Gaúchos devem manter a média dos
últimos dois anos
O Estado de São Paulo tem a melhor média
brasileira (22,7 doadores por milhão).
– Há apenas quatro anos, o índice
paulista estava
em 11, e isso nos faz imaginar que podemos chegar em pouco tempo a um
patamar mais próximo de países como a Espanha
–
disse.
No Rio Grande do Sul, conforme o coordenador da Central de
Transplantes, Eduardo Elsade, o balanço do primeiro semestre
ainda não está fechado, mas ele adianta: a
média
dos últimos dois anos deve ser mantida. Na
contramão do
país, o Estado tem registrado queda no número de
transplantes realizados. Conforme dados dos primeiros três
meses
do ano, segundo a Associação Brasileira de
Transplante de
Órgãos (ABTO), o Estado concretizou 34
transplantes
– 14,5% das operações realizadas no
Brasil todo.
Ainda que o Estado não reproduza o crescimento recorde de
transplantes, Elsade apresenta suas explicações
para o
descompasso:
– O Rio Grande do Sul evoluiu primeiro na
realização de transplantes. Crescemos muito anos
atrás. É algo que outros Estados estão
conseguindo
só agora – afirma Elsade.
Fonte:
zerohora.clicrbs.com.br
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